Notícias

PoP-AL e Fapeal realizam visita técnica à nova unidade da Embrapa para tratar de conectividade e prazos

Fapeal, com informações da Embrapa 

Representantes do Ponto de Presença da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa em Alagoas (PoP-AL RNP) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal) realizaram uma visita técnica à nova unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), localizada no povoado Saúde, em Ipioca, no litoral norte de Maceió, nesta terça, 18. O objetivo principal foi discutir questões de conectividade, a implementação da Rede Alagoana de Alta Velocidade (RAAVE) e os prazos para operacionalização do projeto.

Durante a visita, os representantes da PoP-AL e da Fapeal avaliaram as necessidades técnicas para garantir conectividade de alto desempenho à unidade. O suporte tecnológico é fundamental para viabilizar as pesquisas e a comunicação eficiente entre os pesquisadores e instituições parceiras. Além disso, a integração da unidade à RAAVE foi um dos pontos estratégicos discutidos, assegurando uma infraestrutura digital robusta para o desenvolvimento das atividades científicas.

A expectativa é que, com a infraestrutura de TI bem estruturada e os prazos alinhados, a nova unidade da Embrapa se torne um polo de inovação e pesquisa de referência em Alagoas, contribuindo significativamente para o avanço das áreas de agroalimentação e biodiversidade no estado

A reunião contou com a presença de Georginei Neri, Assessor Executivo de Gestão Interna da Fapeal e Coordenador Geral do PoP-AL; Bruno Cavalcante, Analista de Operações Sênior da RNP e de Victor Tenório, Gerente Executivo de Tecnologia da Informação e José Arthur Moraes, Gerente Administrativo, ambos da Fapeal.

A nova unidade da Embrapa funcionará no espaço da antiga Companhia de Fiação e Tecelagem Norte de Alagoas, desativada desde 1983. O local, que ocupa uma área de 16,6 hectares – o equivalente a quase 17 campos de futebol –, foi doado pelo governo de Alagoas.

Segundo informações da Embrapa, a estrutura arquitetônica da antiga fábrica será restaurada e, em alguns casos, reconstruída para sediar equipes e laboratórios destinados a pesquisas voltadas para biodiversidade e patrimônio alimentar, certificações e signos distintivos de qualidade e origem, antropologia e sociologia da alimentação, circuitos de produção e consumo de produtos agroalimentares, sistemas agroalimentares diferenciados, agregação de valor, gastronomia e turismo rural; além de nutrição e saúde.